Mamonas Assassinas – 15 anos (ETERNAMENTE…)

Olá queridos amigos, desta vez o “CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento” preparou para todos vocês uma super matéria em homenagem ao inesquecível grupo “MAMONAS ASSASSINAS“, que agora no dia 02 de março, completam 15 anos desde o trágico acidente de avião que tirou a vida dos cinco integrantes da banda, um verdadeiro fenômeno brasileiro. Vamos conhecer um pouco mais sobre a história dos meninos mais alegres do Brasil, rever fotos e matar as saudades das músicas irreverentes dessa banda considerada até hoje um “cometa”, que por aqui passou e deixou eternas saudades. “Texto retirado do site -fonte- (http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamonas_Assassinas). Confiram:

“MAMONAS ASSASSINAS”

Mamonas Assassinas foi uma banda brasileira de rock cômico. O som era uma mistura de punk rock com influências de gêneros populares, tais como forró, sertanejo, além de heavy metal, rock progressivo, pagode e música portuguesa.

A carreira da banda, com o nome de “Mamonas Assassinas“, durou de julho de 1995 á 02 de março de 1996, e não só a morte de seus integrantes, como também o sucesso destes, foi meteórico e estrondoso. Com um único álbum em estúdio “Mamonas Assassinas“, o álbum foi lançado em junho de 1995, o grupo acarretou a venda de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com Disco de Diamante em 1995. Álbum este que com letras bem-humoradas como “Pelados em Santos“, “RobocopGay” e “Vira-Vira“, os levou ao sucesso máximo. Porém, no auge de suas carreiras, os integrantes da banda foram vítimas de um acidente aéreo faltal.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

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Eram os integrantes do grupo Mamonas Assassinas: Dinho (Alexsander Alves – vocalista); Bento Hinoto (Alberto Hinoto – guitarra, violão e vocal de apoio); Júlio Rasec (Júlio César – teclado e vocal de apoio); Samuel Reoli (Samuel Reis de Oliveira – baixo e vocal de apoio) e Sérgio Reoli (Sérgio Reis de Oliveira – bateria e vocal de apoio).

Em março de 1989, Sérgio Reoli, ao trabalhar na Olivetti, conhece Maurício Hinoto, irmão de Bento. Ao saber que Sérgio é baterista, Maurício decide apresentar o irmão, que toca guitarra. Apartir daí, Sérgio conhece Bento e decidem montar uma banda. Na época, Samuel Reoli, irmão de Sérgio, não se interessava em música, preferindo desenhar aviões. De repente, porém, se envolveu com a música e passou a tocar baixo elétrico com os Sérgio e Bento. Os três formaram o grupo “Utopia“, especializado em covers de grupos como “Legião Urbana“, “Titãs” e “Rush“.

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Em um show, em julho de 1990, o público pediu para tocarem uma música dos “Guns N’ Roses“, e como não sabiam a letra, pediram à um espectador ajudá-los. Alexsander Alves conhecido como Dinho, voluntariou-se para cantar e provocou grandes risadas na platéia, com sua performance escrachada, garantindo o posto de vocalista da banda. Através de Dinho, entrou o último integrante, o tecladista Júlio Rasec.

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O “Utopia” passou a se apresentar na periferia de São Paulo, e lançou um disco que vendeu menos de 100 cópias. Aos poucos, os integrantes começaram a perceber que as palhaçadas e músicas de paródias eram bem mais recebidas pelo público do que os covers e as músicas sérias. Começam introduzindo algumas paródias musicais, com receio da apresentação do público.

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Através de um show numa boate em Guarulhos/SP., conheceram o produtor musical Rick Bonadio. Decidiram, então, mudar o perfil da banda, a começar pelo nome “Mamonas Assassinas do Espaço“, criado por Samuel Reoli, e reduzido para “Mamonas Assassinas“.

A banda enviou uma fita demo com as músicas “Pelados em Santos“, “Robocop Gay” e “Jumento Celestino” para 3 gravadoras, entre elas a Sony Music e a EMI. Rafael Ramos, amigo da banda, baterista da banda “Baba Cósmica” e filho do diretor artístico da EMI, João Augusto Soares, insistiu na contratação. Após assistir uma apresentação do grupo em 28 de Abril de 1995, João Augusto resolveu assinar contrato com os “Mamonas Assassinas”.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

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Após gravar um disco produzido por Rick Bonadio (apelidado pela banda de Creuzebek), os “Mamonas” sairam em imensa turnê, apresentando-se em programas como “Jô Soares Onze e Meia“, “Domingo Legal“, “Domingão do Faustão“, “Xuxa Park“, e tocando cerca de 08 vezes por semana, com apresentações em 25 dos 27 estados brasileiros e ocasionais 02 shows por dia. O cachê dos “Mamonas” tornou-se um dos mais caros do país, variando em 50 á 70 mil, e a EMI faturou R$80 Milhões com a banda. Em certo período, a banda vendia 100 mil cópias à cada dois dias.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

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Os “Mamonas” preparavam uma carreira internacional, com partida para Portugal preparada para 3 de março de 1996, porém, em 2 de março (um dia antes), enquanto voltavam de um show em Brasília/DF., o jatinho Learjet em que viajavam, prefixo LR-25D – PT-LSD, chocou-se contra a Serra da Cantareira, numa tentativa de arremeter vôo, matando todos os que estavam no avião. O enterro, no dia 4 de março, fora acompanhados por mais de 65 mil fãs.

A aeronave havia sido fretada com a finalidade de efetuar o transporte do grupo para um show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. No dia 1 de março, transportou esse grupo de Caxias do Sul para Piracicaba, onde chegou ás 15h45. No dia 2 de março de 1996, com a mesma tripulação e sete passageiros, decolou de Piracicaba ás 07h10, com destino à Guarulhos, onde pousou às 07h36.

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A tripulação permaneceu  nas instalações do aeroporto, onde, às 11h02, apresentou um plano de vôo para Brasília, estimando a decolagem para as 15h00. Após duas mensagens de atraso, decolaram às 16h41. O pouso em Brasília aconteceu às 17h52.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

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 A decolagem de Brasília, de regresso à Guarulhos, ocorreu às 21h58. O vôo, no nível (FL) 410, transcorreu sem anormalidades. Na descida, cruzando o FL 230, a aeronave de prefixo PT-LSD chamou o controle de São Paulo, de quem passou a receber vetoração por radar para a aproximação final do procedimento Charlie 2, ILS da pista 09R do aeroporto de Guarulhos (SBGR).

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A aeronave apresentou tendência de deriva à esquerda, o que obrigou o controle de São Paulo (APP-SP) a determinar novas proas para possibilitar a interceptação do localizador (final do procedimento). A interceptação ocorreu no marcador externo e fora dos parâmetros de uma aproximação estabilizada. Sem estabilizar na aproximação final, a aeronave prosseguiu até atingir um ponto desviado lateralmente para a esquerda da pista, com velocidade de 205Kt à 800 pés acima do terreno, quando arremeteu.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

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A arremetida foi executada em contato com a torre, tendo a aeronave informado que estava em condições visuais e em curva pela esquerda, para interceptar a perna do vento. A torre orientou a aeronave para informar ingressando na perna do vento no setor sul. A aeronave informou “setor norte”.

Na perna do vento, a aeronave confirmou a torre estar em condições visuais. Após algumas chamadas da torre, a aeronave respondeu e foi orientada a retornar ao contato com o APP-SP para coordenação do tráfego com outros dois tráfegos em aproximação IFR. O PT-LSD chamou o APP-SP, o qual solicitou informar suas condições no setor. O PT-LSD, confirmou estar visual no setor e solicitou “perna base alongando”, sendo então orientado a manter a perna do vento, aguardando a passagem de outra aeronave em aproximação por instrumento.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

No prolongamento da perna do vento, no setor norte, às 23h16, o PT-LSD chocou-se com obstáculos à 3.300 pés (1.006 metros). Em consequência do impacto, a aeronave foi destruída e todos os ocupantes faleceram no local.

Uma operação equivocada do piloto é a versão do “Departamento de Aviação Civil – (DAC)”, para explicar o acidente com o jatinho que causou a morte dos cinco integrantes do grupo “Mamonas Assassinas” na noite de 2 de março de 1996, em São Paulo.

A 10 quilômetros do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o piloto repetia, a pedido da torre de controle, o procedimento de aterrissagem. No entando, em vez de fazer uma curva para a direita, virou o avião Lear Jet 25, prefixo PT-LSD, para a esquerda, chocando-se com a Serra da Cantareira.

Além dos componentes da banda, Dinho, que completaria 25 anos dali 3 dias, os irmãos Samuel (que completaria 23 anos no dia 11 de março) Sérgio, Júlio e Bento, também morreram no acidente o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas, sendo que um deles se chamava Isaque Souto (apelido Shure Lambers) primo do Dinho, que era roadie responsável pela bateria de Sérgio, e o outro era Sérgio Saturnino Porto, mas conhecido pela produção como Reco, que era chamado também de anjo da guarda dos “Mamonas”, pois a sua função era de segurança do grupo.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

A morte trágica de seus cinco integrantes causou comoção em todo o Brasil, menos de dois anos depois da morte de Ayrton Senna em 1994. Dias após, houve um minuto de silêncio no Maracanã, antes do jogo entre Flamengo e Botafogo.

Na verdade, o grupo “Mamonas Assassinas” jamais será esquecido, e sua obra já está eternizada. Toda a intensa alegria do grupo contagiou ao país, aos que viveram sua época, mas a força dessa energia única dos “Mamonas” é tão poderosa, que hoje em dia, suas músicas e esquisitices, são copiados por crianças que nem tiveram tempo de conhecê-los.

"Mamonas Assassinas - CSNN-Coluna Social Nanno Nascimento"

“… O que Deus escreve, o tempo não pode apagar nunca mais. Deus escreveu a história dos meninos de Guarulhos, e por esse motivo, o tempo não pode apagar…!” – (Nanno Nascimento)!!!

Vamos relembrar e matar a saudade dos nossos queridos e amados “Mamonas Assassinas” com os vídeos de suas músicas irreverentes e engraçadas:

 

 Agradecimentos:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamonas_Assassinas – (fonte/matéria)

Por: Nanno Nascimento

Flávio O. Lima

6 Comentários

  1. Fala Nanno!!!
    Matéria mtooooo boaa!!! Eu sou fan desses caras vei!!!!

    O VERDADEIRO ROCK BRASILEIRO!!!

    Nao tem pra Nx zero, restart e bla bla bla…. MAMONAS ASSASSINAS EH TOP!!!!

    abraços, e parabéns pela matéria!

    • Olá Rafa, meu querido “irmãozinho”, realmente essa foi uma época muito marcante, e nosso site jamais poderia deixar de homenagear esse grupo que foi uma verdadeira explosão de sucesso no Brasil, mas pena q como um cometa, logo se foram, e já faz 15 anos! Mas deixaram ai sua obra eternizada, como nos vídeos da materia! Abraços…

      Nanno Nascimento!!!

  2. Voce e viado. O restart da muito CU. e ponto final.

    Mamonas para sempre.

  3. restart?esqueçeu do frescos?ops fresno rsrs entre outras q surgiu nessa geraçao,rock é rock
    nao gente cantando chorando kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    falou tudo, restart sinonimo de porcaria

  4. eu nem tinha nascido quando eles morreram eu tenho 11 anos mais mesmo nao tendo conhecido eles eu sei pelas músicas e fotos q eles eram muito jovens e tinham muito q aproveitar da vida ainda!

  5. 18 anos sem eles quantas saudades!eles eram o maior fenômeno!queria que eles voltassem!ainda não acredito!


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